TESTEMUNHOS

Tenho, desde há uns meses para cá, lançado um repto aos leitores do 1PNP com o duplo objectivo de “motivar as massas” e de construir um mapa da cidade ciclável fundamentado pela experiência diária de quem percebe da poda: os ciclistas utilitários.

Quem estiver interessado em participar pode enviar um email para aqui com a resposta ao seguinte desafio:

Gostarias de contribuir com umas linhas sobre a tua experiência, percurso realizado diariamente (para fazer um mapa), principais dificuldades que encontras e sugestões para os ciclistas do Porto?

Não é necessário responder exactamente a isto e a dimensão do texto deverá depender da vossa paciência e do que tiverem para dizer. Mesmo, mas mesmo mesmo importante, é enviar o percurso mais utilizado.

Os testemunhos que se vão sucedendo na Adega do Ciclista podem ser consultados aqui.

Os mapas que vão sendo produzidos pelos leitores podem ser acedidos através da barra de links no lado direito do blogue, em “Cidade Ciclável”.

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PS: entretanto já comecei a compilar os percursos num mapa global. Os dados ainda não começaram a ser tratados, por isso só temos ainda “linhas” sem indicação das direcções, desníveis, etc. Se quiserem espreitar o aspecto geral, podem fazê-lo aqui. Podem ler um post relacionado com isto aqui.

16 thoughts on “TESTEMUNHOS

  1. Pingback: A coisa boa das cidades grandes « Um pé no Porto e outro no pedal

  2. Pingback: Porque é que eu me fui meter nisto? « Um pé no Porto e outro no pedal

  3. Pingback: Mapas e coisas « Um pé no Porto e outro no pedal

  4. Pingback: 6 de Setembro de 2010 « Um pé no Porto e outro no pedal

  5. Pingback: Mapas e coisas (outra vez) « Um pé no Porto e outro no pedal

  6. Pingback: Motivar as Massas CVI « Um pé no Porto e outro no pedal

  7. Comecei á uma semana a utilizar a bicicleta como meio de transporte para o trabalho. Faço diariamente 2 viagens de 7 Km, entre Baguim do Monte e Antas-Porto. Optei pela bike por razões económicas e também para fazer exercício físico. Mas estou a deparar-me com uma situação algo desagradável, a transpiração. Peço aos colegas do blog, dicas para suavizar este incómodo. E boas pedaladas.

    • Caro colega:

      Tendo mantido a minha actividade de ciclista desde os 14 anos até aos actuais 59,Desde há muitos anos que frequento de bicicleta a nossa cidade e seus arredores. Morando actualmente no centro de Ermesinde e deslocando-me frequentemente ao Porto e diariamente a Alfena ( Monte de S. Miguel -O Anjo) adquiri uma bicicleta eléctrica., a qual fez com que só ande de automóvel quando necessito de transportar alguém. A parte mais desagradável do percurso é com efeito a Areosa pelo trânsito e poluição existentes a qualquer hora do dia e mesmo á noite. Por vezes opto por fazer o percurso interior passando à porta dos Bombeiros de Pedrouços. Com a bicicleta eléctrica a sudação não é superior a um percurso a pé em passo rápido. Antes desta modalidade eléctrica, usava os alforges traseiros para transportar uma roupa suplente. Concluí também que uma t-shirt de secagem rápida para uso desportivo ou em licra, minimiza o desconforto de uma camisa molhada.

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  9. Pingback: Um Pé no Porto e outro no Primavera Sound IV « Um pé no Porto e outro no pedal

  10. A dificuldade é que ainda há poucas vias para as bicicletas….. não tem um trajecto para o centro do porto….. as que foram feitaspenso que não houve um criterio mais rigoroso, foi para inglês ver, tudo há pressa, é oque me parece quando me deparo com as situações. Eu ando todos os dias de bike.. circulo por Matosinhos- vivo e trabalho cá, mas não temos um via só para as bicicletas. Como não há assim muitos ciclistas- agora já se vê mais alguns… os politicos locais como não lhes rende muitos votos, também não estão muito sensibilizados para o problema da mobilidade das bikes… abraço, e CONTINUem COM O EXCELENTE TRIBUTO QUE DÃO ÁS DUAS RODAS…..

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  12. Pingback: A minha participação na Tertúlia « Um pé no Porto e outro no pedal

  13. Pingback: Contributo para a construção de um mapa da cidade ciclável « Um pé no Porto e outro no pedal

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  15. Pingback: Crime e vergonha « Um pé no Porto e outro no pedal « Matemática em Sobral

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