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Os donos do passeio IV

2012/05/13

Na Batalha, sugestão do André Correia.

Motivar as Massas CXXV

2012/05/13

Sunday Circus, ou como resolver a falta de momentos pernoléu.

Via Silvia Guerra.

Isto ainda não é a Adega do Ciclista…

2012/05/13

… mas é como se fosse.

O Bob filmou a hora de almoço lá na Megastore. Podem ver o Velho Lau com a descendência ao colo e o resto da família Velo Culture, que é, como podem reparar, feita só de gajos.

Uma roda viva de empresas a pedal

2012/05/13

Já cá está mais uma empresa de estafetas em bicicleta no Porto, a Roda Livre. Depois do Ricardo e de outros, é a vez do Nuno apostar na força do pedal para mudar a vida das ruas da Querida Imbicta.

Podem ver mais aqui.

Os donos do passeio III

2012/05/08

Claro que ao lançar os donos do passeio, não podia deixar de repescar este postal roubado aos amigos secretos.

Os donos do passeio II

2012/05/08

Não. A sério que vais fazer isso à Paupério?

Perguntou-me, incrédula, a minha companhia de café neste início de tarde na esplanada do Candelabro.

Claro que sim. Nem a marca que me enche de Lenas, desde que decobertas na Casa Moura ali ao lado do MMM, ia ser poupada à objectiva do Velho Lau.

A sorte, é que mal a roda da frente pisou aquele bocado de cimento cor de cimento que o brilhante Gabinete de Arrumação e Estética arranjou para domesticar os carros no Largo de Mompilher , uma sereia de polícia soou e mandou o entregador de coisas boas ir arrumar a lata mais à frente.

Os donos do passeio I

2012/05/08

Para comemorar o período de maior imobilidade do 1PNP, aqui o Velho Lau lança uma nova série de coisas que vai vendo pela cidade. Neste caso, coisas estacionadas em cima dos passeios, mais concretamente coisas que andam a entregar coisas.

A ideia é envergonhar um bocadinho os patrões dos donos do passeio. Fica aqui o primeiro, lançando desde já o desafio para me enviarem imagens para enriquecer isto.

Tokyo Commuters

2012/05/01

This is Real Art release first book and it’s a gorgeous study of Tokyo commuters by Adam Hinton

It’s Nice That.

Mais perto do Mundo

2012/04/27

… ou desenhos e bicicleta.

O Ricardo Josué tem um blogue que é uma espécie de hino à cidade. O Ricardo escreveu-me um dia o seguinte, entre outras coisas simpáticas:

(…) não só partilho o gosto por bicicletas, mas também  a tua perspectiva/acção sobre a bicicleta e a cidade/ país.

Acho que é importante chamar a atenção, ou mesmo apontar problemas que as cidades vivem, principalmente para aqueles que circulam de bicicleta.

Tenho um blog (Mais perto do Mundo) onde costumo colocar alguns desenhos que realizo sobre caderno, e onde retrato por vezes percursos, pequenas viagens que faço de bicicleta.

Lá em cima podia ter colocado um dos desenhos com biclas, muito bons como todos os outros, mas este agradou-me muito, porque retrata um momento que é da intimidade da cidade, do peão e do ciclista. Não é de mais ninguém e representa aquilo que me faz estar (ainda) apaixonado pela bicicleta: a capacidade de estar ligado à vida urbana.

Termino devolvendo a saudação de despedida ao Ricardo: boas peladas, e boa voz!

As ruas das pessoas (not)

2012/04/18

'Assumi o risco' ou 'desunhainde-vos'

Há sítios que são das pessoas e há sítios que não são das pessoas. Há sítios que deviam dar graças aos céus por existirem pessoas que se preocupam e há pessoas que não querem saber disso para nada.

O Bonfim é, pelos vistos, um desses sítios. O André e as pessoas da sua rua mereciam muito melhor.

Aqui na minha rua (Padre António Vieira), a Junta de Freguesia do Bonfim começou a fazer uma obra de construção de um edifício que irá funcionar como centro de dia, lar de idosos, creche, e mais um par de coisas. Até aqui tudo bem.

O alvará dado pela Câmara do Porto é o 167/12, salvo erro. A obra, agora no início, está programada até finais de Novembro. Assim, supondo que as coisas correm como deviam, pelo menos meio ano a obra fica ali e o trânsito para peões interrompido, já que o estaleiro foi montado sobre todo o passeio. Até aqui entende-se.

Não se entede é terem sido pintadas umas passadeiras provisórias a montante e a jusante da obra para que o obstáculo seja ultrapassado atravessando-se a rua. Claro que o conforto dos peões nunca foi pensado, pois o problema teria sido fácil de resolver, criando uma passagem dedicada para os peões com umas fitas plásticas e umas estacas enfiadas nos paralelos.

Assim o percurso que temos de fazer para usar as passadeiras mais que triplica a distância percorrida (como se pode ver nas fotografias), o que quer dizer que ninguém o faz.

Cheio de boas intenções, de passagem na Junta, fui perguntar pelo responsável pelos arruamentos na tentativa de marcar uma reunião onde pudesse expôr a situação. Como não existe responsável por arruamentos na Junta, como a senhora funcionária não sabia bem o que fazer e como por ali na recepção estava a passar um autarca  importante na Freguesia,  ela chamou-o.

Logo à partida, não fui recebido com muita simpatia, mas eu expliquei, como pude, a situação. Não tive muita sorte. Não me quis ouvir (apesar da minha calma deve ter pensado que eu era um indignado) e disse-me coisas disparatadas como:

Eu ainda no sábado lá passei e não usei as passadeiras. Passei por fora. Assumi o risco. As pessoas fazem isso e assumem o risco e pronto! [Passam ali crianças da escola, assumindo elas próprias o risco, entendo eu]

As pessoas são é comodistas! [Ele passou lá no sábado anterior e passou por fora]

O que as pessoas querem é burocracias para não se fazer nada! [ali bastam duas varinhas no meio dos paralelos e uma fita de plástico. Menos burocrático do que isso é difícil]

Uma obra que esteve ao fundo da rua teve um passeio de madeira e as pessoas não usavam! [Um passeio de madeira, tapado por cima, estreito, onde não passava uma pessoa com sacas, com um guarda-chuva, com um carrinho de bebé, onde muito menos se cruzavam pessoas. As fitas são até desejáveis à alternativa de um passeio de madeira (além de mais baratas) porque na necessidade de fazer aceder material maior à obra é só rasgar as fitas]

Fitas que as pessoas vão rasgar! [Saem caras à Junta? À Câmara? Ao empreiteiro? Saem caras o suficiente que os munícipes dele não valham essa despesa?]

Eu aqui não posso fazer nada. Você pode ir falar com o responsável pela obra, mas digo-lhe que, se fosse eu o responsável, não fazia nada. [Sabendo como é fácil chegar à fala com os empreiteiros, levando de antemão com o aviso dele, não seria mais simples ele, se se preocupasse com os seus munícipes, sendo que a obra é da Junta, passar lá e falar ele com o responsável da obra?]

Também pode ir ao Gabinete do Munícipe e apresentar lá a queixa, mas não vai resolver nada. [Ora o menos burocrático não seria ele, como autarca, falar com uma e com a outra entidade e interessar-se pelos seus munícipes?]

Mantive a calma e com ar simpático voltei a dizer (como ele não me ouvia desde o princípio) que não estava a fazer queixa, estava a deixar uma sugestão. E vim embora. Mas vim aborrecido.

Chateia-me que uma coisa tão simples, uma sugestão que mexe com a qualidade de vida das pessoas (a obra é de restauro de dois edifícios e vai prolongar-se mese) tenha tido uma resposta tão parva e mouca e desinteressada por aqueles que por ali moram e passam. E que, afinal de contas, votaram nele.

O André, juntamente com o texto, enviou uma série de fotografias das pessoas a “assumir o risco”, às quais vale a pena dar uma espreitadela.

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Crónicas do Primeiro Mundo CXXXIII

2012/04/18

Beyond the availability of bike friendly-infrastructure, other hypotheses explain why people bike more or less—whether a city is wet or dry, hot or cold, has high gas prices, is densely constructed or sprawling, is populated with young or old people. All of these variables play some role in motivating people to get on two wheels, but until now, we didn’t have a good sense of which was the most important.

A new study [PDF] of 90 of the 100 largest cities in the U.S. helps answer the question of what makes a city bicycle-friendly—and it turns out that the most important factor affecting the number of cyclists is the prevalence of bike paths.

Tudo no Good.

O pregão das bendedeiras é muito bonito

2012/04/16

O apregoar nosso é biciante. Até não posso bender nada, mas continuo a apregoar.

Numa época em que o pregão está a ser esquecido, ainda se encontram vendedores de lotaria, meias, fruta e legumes e as conhecidas peixeiras do Bolhão.

Uma pérola do JPN

Crónicas do Primeiro Mundo CXXXII

2012/04/15

Chego à conclusão que o 1PNP tem, entre outras coisas:

1. demasiadas caixas de comentários espalhadas por todo o lado, o que torna o diálogo entre leitores c0mplicado;

2. leitores de grande categoria, que invariavelmente deixam mensagens nessas caixas de comentários e que acabo depois por publicar no espaço, digamos, principal.

O último foi o João Carlos Torrejon, que escreveu mais ou menos o seguinte aqui:

Olá,

Num passado recente, tive a oportunidade de fazer uma visita a um familiar que está nos EUA, mais propriamente em Seattle, no estado de Washington.

Durante a minha visita reparei que todos os autocarros que iam e vinham do centro da cidade tinham um suporte para três bicicletas montado na frente.

Este suporte de bicicletas facilita, e muito, a vida do pessoal que não está “disposto” a subir algumas ruas com uma inclinação mais acentuada, especialmente aqueles que o tem que fazer para ir trabalhar.

Quando regressei, enviei um email ao provedor dos STCP a relatar a experiência (sim, eu próprio usei), ao que me respondeu que não tinham verbas e que não era um serviço com grande procura.

Nunca vi em Portugal uma coisa destas, como é que é possível dizer que não há procura?

A minha opinião é que seria um sucesso isto cá no Porto, devido ao relevo da cidade. Ia ser bonito de se ver.

Quem sabe se enchermos a caixa de correio dos STCP, da Resende, da Maia Transportes, isto não venha a ser implementado?

O João deixou ainda a sugestão dos seguintes vídeos:

e

Não podía deixar de concordar. Até já estou a ver uma coisa destas no Porto Oriental, Restauração ou a subir Santa Catarina até ao Marquês.

E a desculpa de não haver verba é espantosa, com tanta coisa pseudo verde que os STCP têm feito, nada se compara a uma coisa destas, que ainda por cima é geradora de receita. É que os ciclistas pagam bilhete, Exmo. Sr. Provedor, até a Metro do Porto sabe isso.

Ah, e na Madeira, também o sabem.

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PS: encaminhei este postal para o Provedor do Cliente.

Salavisa

2012/04/15

Sendo eu próprio um carregador de cadernos, apesar de desenhador muito modesto, permito-me o off-topic, se é que esta espelunca alguma vez teve tópico. É que isto é assim, delicioso.

Crónicas do Primeiro Mundo CXXXI

2012/04/07

Do não chorar e do resolver problemas

2012/04/04

O mercado Bom Sucesso de Agramonte faz justiça ao nome

Abriram noutro local, perto do anterior, com outro nome e outro espaço. A alma e os vendedores são os mesmos: está aberto o mercado Bom Sucesso de Agramonte.

Após o encerramento do Mercado do Bom Sucesso no dia 3 de junho de 2011, os comerciantes que já lá trabalhavam há várias dezenas de anos ficaram sem trabalho e sem local onde exercer a profissão. Assim, viram-se obrigados a procurar soluções, mas baixar os braços não foi o que fizeram.

Por muitas asneiras que se façam e por muito que lhes tentem cortar as pernas, as pessoas do Norte são assim. É por isso que vamos ser os primeiros a sair do lodaçal.

Ler tudo no JPN.

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PS: quem não conhece o projecto para o Mercado do Bom Sucesso, pode ter umas luzes aqui.

Crónicas do Primeiro Mundo CXXX

2012/04/04

A VCI/IC23 foi concessionada pela Estradas de Portugal à Auto-estradas do Douro Litoral (AEDL) em Maio de 2008. Desde finais de 2007 que as infracções detectadas pelos radares da Via de Cintura Interna não têm consequências. A Estradas de Portugal diz que a responsabilidade sobre a gestão dos radares é do Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias (InIR) e este organismo, dependente do Ministério das Obras Públicas, remete a responsabilidades para o Ministério da Administração Interna. Que, por sua vez, encaminha para a Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária (ex-Direcção-Geral de Viação). Esta justifica que apenas lhe cabe proceder à instrução dos processos de contra-ordenação com base nos autos que lhe são remetidos. Conclusão: ninguém assume a responsabilidade pelo levantamento dos autos.

Não sabemos se aqui houve ajuda da ANSR, mas há situações que não suscitam tanta dúvida ou estudo à CMP. É o que se passa de há uns tempos para cá na Rua da Reboleira, um caso-de-estudo da zona ribeirinha, uma via pedestre já de si condicionada ao trânsito automóvel e onde foi colocado um “radar de velocidade” para detectar infracções acima dos 10 km por hora.

Ler tudo, nos Secretos.

Crónicas do Primeiro Mundo CXXIX

2012/04/04

Crónicas do Primeiro Mundo CXXVIII

2012/04/04

Fazer a sesta é um indício de civilização.

Bob.

Hoje depois do almoço. Em Matosinhos, terra de bicicletas.

Da ciclo-história da capital do tédio

2012/04/02

Sr. Aníbal Falcão (foto tirada de aqui).

Se bem se lembram, tivemos há tempos aqui na Adega do Ciclista uma conversa sobre barbeiros. Mais concretamente a guerra Teixeira x Adérito, que dividia as cramalheiras de Aldoar em duas metades: as cramalheiras do Sul, mantidas pelo Sr. Teixeira e as cramalheiras do Norte, mantidas pelo Sr. Adérito e muito bem representadas por um dos meus queridos sócios, que há décadas vai lá à tesoura.

Nessa mesma conversa, referiu-se o mecânico Miro, um dos poucos que ainda toma conta das biclas do pessoal da freguesia. Uma conversa que misturava barbeiros e bicicletas não é coisa muito normal, mas prontos, aconteceu. Tão não normal que, para escrever isto, andei à procura de dois postais nos arquivos aqui da gazeta.

E porque estou a escrever isto e a trazer de novo ao lume histórias tão entediantes? Porque a Gena, amiga de familia que me atura há mais de três décadas, me deixou hoje este comentário, no tal postal duplo:

Ora bem, Pedro (sou eu, Miguel e também Pedro), essa loja de bicicletas era também a barbearia do Sr. Falcão que cortava o cabelo a quase todos os rapazes da Zona quando Aldoar era quase considerado “arrebaldes” da cidade (já falei sobre isto).

O Sr. Falcão era irmão de um famoso ciclista Baltasar Falcão (existe uma rua transversal à Vilarinha com esse nome, uma que dá acesso ao cemitério e por detrás da escola Manoel de Oliveira).

Nessa barbearia/loja de bicicletas arranjávamos todos as nossas “biclas” quando isto “era parvónia” (50 anos atrás?). Lá também trabalhava o neto que era mais ao menos da minha idade. Presumo (tenho quase a certeza) que será esse Miro (acho que se chama Belmiro).

O Sr. Falcão era uma personagem fantástica , adorado por todos.

Portanto, bicicletas e barbeiros, faz sentido. A imagem lá em cima foi enviada entretanto pela Gena.

 ______________________

Baltazar Falcão – Baltazar Machado Pereira Falcão, nasceu a 14 de Novembro de 1893. Era ciclista e está sepultado no cemitério da freguesia de Aldoar, no jazigo nº 13 da 6ª secção, uma vez que aqui faleceu, com 35 anos, em 1928. Ainda existem familiares seus em Aldoar – Monografia de Aldoar de Júlio Couto – Arquivo da Toponímia.

72 jagunços

2012/04/02

Foi quantos contei no início da Massa Crítica, à saída dos Aliados em direcção ao Campo 24 de Agosto. Mais tarde, ainda apareceu mais gente, pelo que me atrevo a dizer que esta foi a maior de sempre no Porto.

Nesta fotografia do videofone do Jacinto Oliveira, podemos ver à frente o duende sócio aqui do Velho Lau e logo a seguir o mensageiro de bicicleta. Lá ao fundo está o Vasco Mendes a fazer magia.

Sem querer pressionar, mas pressionando, coloca-se a fasquia lá bem no alto no que respeita o registo videográfico do acontecimento, o que tem que ser, já que batemos no fundo no que respeita a qualidade da imagem que aqui se apresenta, não desfazendo.

Pedalcast II – Barcelona

2012/04/01

Isto de ser um gajo das bicicletas, faz com que o pessoal venha ter comigo e comece a falar de bicicletas. Como gosto de bicicletas e de falar delas, não me importo.

Sou um rapaz com sorte e, às vezes, há gajos muito interessantes que vêm falar comigo. É nessas alturas que gosto de ter qualquer coisa que dê para registar o momento. Normalmente é a minha máquina fotográfica, destroço da técnica que algumas pessoas dizem que tira fotografias muito escuras, mas que por acaso dá para fazer uns filmes de onde se podem retirar uns sons.

Neste caso serviu para registar à socapa a conversa que tive com o meu amigo Tiago Dias, arquitecto radicado na Catalunha e que por acaso se encontrava na capital do tédio, de visita a mais uma edição da feira comunitária cá do bairro.

O Tiago falava da cultura da bicicleta em Barcelona, cidadezinha onde vive e que dá grandes passos em direcção a Copenhaga. A meio da conversa reparou que estava a ser gravado e não se importou muito.

A conversa pode ser ouvida clicando no coiso aqui em baixo.


Para guardar esta maravilha do jornalismo de algibeira para todo o sempre, podem descarregar o arquivo aqui.

Motivar as Massas CXXIV

2012/04/01

Está a ser um fim-de-semana em grande no que respeita a divulgação das coisas em que ando metido, com a TimeOut Porto a dedicar seis páginas inteirinhas da edição de Abril ao ciclismo urbano na querida Imbicta. O JN, fez o mesmo, reservando duas páginas para o tema.

Na TimeOut, a par de coisas como a Cicloficina ou a Massa Crítica, fala-se de aqui o 1PNP e do nosso projecto dos mapas, da Velo Culture e do Velocipedista, com palavras simpáticas sobre aqui o Velho Lau à mistura.

No JN, a Velo Culture tem grande destaque, com chamada de capa, num artigo a encher duas páginas da edição de Sábado (31 de Março), logo a seguir à necrologia.

Uma pequena nota lateral: Nuno Costa Gomes é o nome pelo qual agora é conhecido o incrível infográfico Nuno Gomes Lopes, que está a artilhar os mapas do 1PNP.

O Porto respira bicicletas…

2012/03/22

… e não é de hoje.

Isto é muito bom. Cenário e espírito.

Motivar as Massas CXXIII

2012/03/22

À falta de “Momentos Pernoléu da Semana” há várias semanas, o Velho Lau não gostaria de deixar de festejar a chegada do primeiro “Momento Mamóléu” da Adega do Ciclista.

Motivar as Massas CXXII

2012/03/22

Crónicas do Primeiro Mundo CXXVII

2012/03/21

Quando abrimos a loja, lançamos o desafio aos nossos senhorios, o pessoal da CMM, de ordenar o caos que era o estacionamento de bicicletas no Mercado Municipal de Matosinhos.

Basicamente, desde pessoal “em transição” a ir de bicicleta comprar coisas boas ao Mercado, a utilizadores do Metro ou comerciantes da zona, aquilo andava bastante desorganizado e pouco seguro, pois muita gente amarrava as máquinas a coisas tão sólidas como as estacas de madeira que suportam as árvores recentemente lá plantadas.

A ideia para resolver isto consistiu, basicamente, em transformar um dos lugares destinados aos carros, num bicicletário. Menos um carro, mais bicicletas, gostamos disto.

O desafio foi logo aceite e, com uma humildade rara em quem manda, pedida a opinião sobre a melhor forma de o fazer. O fácil seria meter um daqueles wheel benders que devem existir por lá aos pontapés.

Tendo como ponto de partida a nossa experiência pessoal e alguma documentação cedida pelo Miguel Barroso, optamos por recomendar o modelo de Sheffield, tal como se pode ver no desenho seguinte.

Depois de duas ou três conversas com o pessoal da Manutenção, as coisas ficaram acertadas. Ontem, foi sem surpresa que, quando chegamos à loja, vimos o lugar já delimitado e, horas mais tarde, estava a beleza da fotografia instalada.

Primeiro mundo, portantos. Esperamos ter contribuido para se criar um bom caso de estudo, elevando a fasquia para outras coisas que se venham a fazer.

Mais mimos

2012/03/19

George Lewis Jr., ele que assina como Twin Shadow na sua existência musical, disse prontamente que sim à ideia de subir ao terraço de um prédio lá para os lados da Boavista e, com uma guitarra na mão e uma vista privilegiada (inspiradora, até), oferecer à Videoteca Bodyspace uma das canções do seu disco de estreia.

Ver e ler tudo na Videoteca.

**

Coisas boas podem acontecer…

2012/03/15

… quando há uma crise.

Uma delas é o pessoal amanhar-se a fazer o que gosta, como é o caso do Ricardo, rapazinho que conheci há uns tempos lá na loja e com quem tive o prazer de conversar sobre o seu novo projecto a pedal: o HandBikeHand, primeiro serviço de estafetas em bicicleta da Querida Imbicta.

É isto. Eu e o meu telemóvel e a Internet, sem estrutura física. Uma coisa muito leve.

Vou começar lá para o final do mês, assim que tenha a empresa OK. No início limito-me ao Porto e depois vou aumentando conforme a procura.

O meu objectivo é ter clientes regulares, com avenças. É necessário que as empresas vejam isto como um serviço tão fiável como o de estafetas de mota, mas mais ecológico.

 Amigo Ricardo, quando quiseres vir para Matosinhos, tens aqui um cliente.

_____________________

PS: o Ricardo deu uma entrevista neste mesmo dia ao Porto24, em que explica como vai funcionar a coisa. Pode ser lida aqui.

Crónicas do Primeiro Mundo CXXVI

2012/03/04

Hoje fui avisado por um cliente lá da Mega Store que tinha saído qualquer coisa no Sol.

Fui procurar e decidi gastar três euros num jornal que não leio para fazer este postal. Por isso, vocês não se vão queixar da qualidade da fotografia.

Clica para ampliar. Depois clica outra vez para ampliar mais.

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