… ou um futuro promissor.
Isto é que é inestético, Sr. Departamento da Via Pública.
Enviado pela Mlle. Brutt.
… ou um futuro promissor.
Isto é que é inestético, Sr. Departamento da Via Pública.
Enviado pela Mlle. Brutt.
… ou o exemplo a vir de algum lado, é de cima.
Isto é que é inestético, Sr. Departamento da Via Pública.
Enviado pela Mlle. Brutt.
Senhor peão, olhe que não pode ir pela relva…
Parece ouvir-se o funcionário zeloso a dizer de dentro da tratineta.
Isto é que é inestético, Sr. Departamento da Via Pública.
Mais uma sugestão da Ana Brutt.
Isto é que é inestético, Sr. Departamento da Via Pública.
Apanhado pela Ana Brutt, em frente à CMP, onde viver o Sr. Departamento da Via Pública.
Mais do mesmo na Rua do Almada. Sempre assim, em qualquer dia, a qualquer hora.
Isto é que é inestético, Sr. Departamento da Via Pública.
Se há coisas que representam as coisas como as coisas são, é um carro em cima do passeio em frente ao Automóvel Clube de Portugal.
Lembrem aqui o Velho Lau de enviar isto ao Sr. Barbosa sempre que ele vier com aqueles vídeos manhosos dos ciclistas assassinos.
Isto é que é inestético, Sr. Departamento da Via Pública.
A fotografia foi enviada pela Ana Brutt.
Não. A estátua não está a ser levada no tejadilho do machibombo.
É só mais um dia como os outros, na Praça Guilherme Gomes Fernandes.
Isto é que é inestético, Sr. Departamento da Via Pública.
Homem detido por fotografar carro mal estacionado ao serviço de Aguiar-Branco.
Um homem foi detido para identificação no Porto, após fotografar um carro estacionado no passeio que estava ao serviço do ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, noticia a TVI.
O carro, um Alfa Romeo preto que pertencia à PSP mas estava descaracterizado, estava no passeio da rua do escritório de advocacia de Aguiar-Branco. O homem, também advogado, decidiu tirar uma fotografia com o telemóvel, tendo sido abordado e detido para identificação por agentes da PSP.
O ministro, refere a TVI, pode fazer uso da segurança da PSP mesmo em situações particulares, mas não pode estacionar em cima de um passeio.
Segundo António Vilar, o advogado identificado pela polícia, é frequente o carro ao serviço do ministro estar às segundas e sextas-feiras parado naquele local. À TVI, o gabinete de Aguiar-Branco confirmou que o governante esteve esta tarde no Porto.
Chefe dos polícias e advogado? A lei, a lei… ai a lei. A lei?
Este postal foi enviado pelo Mário Vilar à empresa proprietária do carro nas fotografias. Inacreditável.
Exmos Senhores,
Estas duas fotos foram feitas hoje de tarde.
Como podem observar por umas delas, lugares aqui é coisa que não falta.
É assim todos os dias da semana, mas no entanto, há sempre algum personagem sem cultura civica que acha que pode colocar o carro em cima dos passeios (pagos por todos nós) e por isso ser mais que os outros e passar por egoísta.
E neste seguimento seria de bom tom, que falassem com o vosso colaborador para que não repita a graça, já que dá uma imagem pouco abonatória da vossa empresa.
Queres vir para aqui carregar os caixotes?
Foi o que o funcionário da FedEx disse, com um ar de superioridade e uma boa dose de arrogância quando lhe apontei a ilegalidade que estava a cometer, com uma roda do camião na ciclovia e a outra no passeio.
Não tenho que fazer o seu trabalho, mas continuo a pensar que o devia fazer legalmente e tirar o carro daí, porque isso é sítio para as pessoas andarem.
Respondi.
Anda cá tirá-lo tu…. E podes tirar fotografias à vontade, queres tirar uma a mim?
Respondeu ele, com tom ameaçador.
Também se pode chamar a Polícia…
Respondi outra vez, ameaçando também, mas com a lei.
Vê lá se não vou eu aí…
Rematou de forma brilhante.
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Empresas internacionais, ética, educação, blah, blah, blah…
Foi hoje pelas 10h30 da manhã, mais coisa, menos coisa, na ciclovia de Sousa Aroso, em Matosinhos.
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PS: Este post foi enviado para a FedEx Portugal. A partir de hoje, todos os postais com “Os donos do passeio” serão enviados para as empresas responsáveis pelos abusos.
Mais um camião estacionado no sítio do costume. Profissionais a descarregar para o Pingo Doce da Circunvalação (ao lado da estação de metro das Sete Bicas).
Ainda deu para falar com os estivadores que estavam a fazer o servicinho e perguntar se achavam normal a senhora e o menino terem que ir pelo meio da rua. Limitaram-se a encolher os ombros envergonhados.
Quando o o carro é um apêndice que não conseguimos largar, pouco importa que, à nossa frente, alguém, sentado num banco, se comece a sentir apertado.
Paulo Pimenta e o Photopress na Baixa do Porto.
Não é só no Porto ou em Lisboa. Aqui em Viana começa a ser prática usual mas, o mais grave é que o exemplo é dado pela autoridade.
Ao jipe da GNR não lhe chegou pelos vistos estar em cima do passeio: estava a bloquear uma rampa de acesso a um espaço público de comércio e de apartamentos. Eu, de bicicleta ainda passei mas se fosse em cadeira de rodas,” ‘tá queto!”…
Legendei a fotografia com data e hora.
Enviado pelo Paulo Correia.
Mais um que chega do André.
Qual é o melhor sitio para esperar pelos turistas que não na própria praça mais turística da cidade?
O autocarro estava vazio. A senhora (na cadeira de rodas) era um peão a espremer-se entre o muro e o autocarro.
O chão está todo partido por autocarros como este.
São já famosas as latas dos CTT por esses passeios de Portugal. Esta última chega-nos pela objectiva do André Correia, um bom amigo e grande cliente aqui da Adega do Ciclista.
Aqui está a lista do calote dele, para quem se possa interessar:
O Teodósio, que já tem contribuído para os donos do passeio, tem um novo blogue, o Portoscopio, que criou para mostrar a cidade do Porto no seu melhor e no seu pior.
É do Portoscopio a imagem lá de cima, sobre a qual devem ler o texto, que foi tirada em Carlos Alberto (local fetiche aqui da série) e também uma outra que podem aqui ver.
O donos do passeio XXX é, como o nome indica, um filme pornográfico.
É um filme que já foi publicado noutro lado, mas como estava lá a assistir juntamente com o Ricardo, que o filmou, trago-o também aqui com direito a postal próprio.
É que esta _____________ (escrever aqui o palavrão preferido) é inaceitável. É inaceitável que estes selvagens possam andar à solta impunes. Sim, isso. Totalmente impunes.
Depois da Massa Crítica, fomos, como alguns de nós costumam fazer, matar o bicho ao Aviz. Foi a noite toda este espectáculo, que foi ficando mais hardcore com o passar da noite. A dada altura, os peões já só andavam pelo meio da rua, com os carros a fazerem acelerações para eles sairem da frente. O caricato aconteceu quando os selvagens começaram a ocupar o passeio do outro lado, não deixando espaço para os outros carros andarem pela rua.
Filmamos, tiramos fotografias, ostentamos a incredulidade a quem lá estacionava e nada. Era como se não estivesse ali ninguém.
A dada altura, decidimos chamar a Polícia. Ligamos para a Divisão de Trânsito da PSP (223325260), de onde nos disseram “vai já para aí um carro”. O “já para aí” não existiu. Uma hora e meia depois, não tinha aparecido ninguém.
Impunes.
O José Gonçalves enviou o seguinte material para a cada vez mais popular série os “Donos do passeio“. A pior praga depois dos Smart (carros que são carros, mas que pensam que são motas e, nos casos extremos, peões), são os minis.
Reparei que tens dado bastante atenção aos “donos do passeio”, situação que também a mim me causa alguma “comichão” desde há algum tempo aqui pelos lados de Barcelos onde habito e trabalho.
Engraçado é que depois da massa crítica de ontem, em que ambos participamos, e já durante o início da noite em regresso pela marginal e depois de comentarmos entre nós, grupo de 8 resistentes conquistados pela ideia de finos à beira mar, depara-mo-nos com estes 3 exemplos que julgo também te interessarem.
Não sei porque foram só minis, mas estavam em locais diferentes com a norma comum de ocuparem por inteiro o passeio e ciclovia, sendo que um deles até estava em modo exposição com direito a nome de stand incluído.
Se já não basta o espaço a mais que ocupam na estrada, pelo vistos pretendem ocupar as (poucas) vias que nos restam.
A primeira é à frente do Intercontinental, como se o luxo pagasse o passeio público (completamente ocupado)
A segunda é já na área do Hospital de São João, já depois da Circunvalação (ainda no Porto), área onde todos os dias ocorre um festival de ocupação de passeios.
Duas sugestões do Marcos Correia, porque a Adega do Ciclista é feita dos seus fregueses.
No Passeio de S. Lázaro. Literalmente.