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Porque é que eu me fui meter nisto?

2011/07/21

Então prontos. Tal como referi há pouco, estou já a preparar o mapa da Cidade Ciclável, com base nos testemunhos dos fregueses da Adega do Ciclista.

A fase 1 está parcialmente concluída. Tenho todos os percursos compilados num mapa único (onomatopeia para aplauso estrondoso com assobios à mistura). O propósito original, perceber quais as zonas mais “batidas” pelas binas, é perfeitamente cumprido pela sobreposição das linhas, que são mais ou menos transparentes.

O plano é o seguinte:

Fase 1 - ter todos os percursos num mapa único (que vai sendo actualizado ao ritmo da chegada de novos testemunhos). Neste momento, falta fazer uma revisão e ver se está tudo no sítio. Vou começar também a limar arestas nos percursos, pondo as biclas a andar na rua e não a cortar caminho.

Fase 2 - fazer um mapa mais “compreensivo”, ou seja, ficar só com as linhas, marcando as partes em que há sobreposição (agora dá para ver pela intensidade da cor) e marcando as zonas em que é necessária alternativa no sentido inverso (sentidos únicos, subidas, etc). Esta fase vai ser a ____________ (substituir por palavrão) da loucura.

Fase 3 - only God nows o que a humanidade poderá fazer com uma arma destas na mão.

Podem ir espreitando o estado do mapa aqui.

___________________

PS: Jovem, o taberneiro já te pediu o testemunho ou já pensaste em enviar umas ideias mas ainda não tiveste paciência? Do que é que estás à espera?

PS2: O mapa está num estado “raw” ou seja, muito longe daquilo que será o resultado final. Só o tornei visível para poderem ver o aspecto geral das linhas já mapeadas, só isso. Neste momento, a única coisa mais ou menos usável que tenho, são os mapas individuais aqui na barra da direita (Cidade Ciclável).

51 Comments leave one →
  1. Hugo permalink
    2011/07/21 16.31

    NICE!!!!

  2. 2011/07/21 16.31

    A trabalheira toda “pays up”! :)

  3. 2011/07/21 16.31

    Guarda a bicla e compra um carro, pá!

  4. Alexandre Martins permalink
    2011/07/21 16.31

    Muito bom!!! Keep up the good work!!!

  5. 2011/07/22 16.31

    Boa cena. O que fazer com isto? Imprimir em versão A4 dobrável para andar no bolso de todos os ciclistas do Porto.

  6. 2011/07/22 16.31

    PS: Chamar-lhe “Mapa Barbot” de forma a que os ciclistas usem o teu nome assim: “estava perdido. Peguei no Barbot e…”

  7. 2011/07/22 16.31

    Guia Barbot era mais fino…

    excelente trabalho!

  8. hotzeplotz permalink
    2011/07/22 16.31

    it’s very cool to see this taking shape!

    a few simple ideas:

    * use the KML tracks over the OpenStreetMap maps of Porto (i was very pleased to see that the London Cycling Guide you gave us uses OpenStreetMap for the maps)

    * license the tracks under a creative commons or similar license to allow people to contribute/remix/redistribute

    * make it available as PDF in a variety of formats (A4 as per comments above, foldable A3 etc.) on mapasbarbot.pt :)

    * make a mobile-focused webapp available on mapasbarbot.pt for those in need of directions while on the road

    and looking a bit further:

    * liaise with the CM to try to get them (maybe in partnerships with private funders – not so much corporate sponsor – i hate Barclays-funded aka tax dodger-funded stuff in London- but something like crowdsurced funding) to put up “cycle highways” road signs

    * team up with Tintas Barbot to have the cycle highways painted in colour on the relevant streets! :)

    * spread the Mapas Barbot thingy across publishers of tourist guides/tourist magazines/inflight magazines/Monocle…

    • 2011/07/22 16.31

      dude, I’m counting with your help on the technical part of the thing.

      Barbot (the paint business) likes cycling (they sponsor a Team).maybe they go for this.

      cheers.

    • hotzeplotz permalink
      2011/07/23 16.31

      also, since one of your aims is to show that one can find flat-ish routes around town, it would be *VERY* cool to add inclination data to the maps. in the SF cycling map we got this summer this is done quite effectively through lighter to darker gradients of colour (yellow, pale orange, dark orange, red, etc.). it’s a _______ (insert your choice of swear word) of a job but imho very well worth the effort. i guess a decent GPS can give you all the data but still, it’s a lot of data to hunt for.

  9. 2011/07/22 16.31

    Este teu trabalho só vem desmistificar preconceitos e demonstrar que a cidade imbicta é ciclável.

    Bora lá pintar o Porto de azul.

  10. Nuno Carvalho permalink
    2011/07/26 16.31

    Viva, Também pedalo pelo Porto e por Gaia, seja lazer e algumas vezes como meio de transporte urbano.
    Quero antes de tudo elogiar o excelente trabalho… (e que trabalho) e gostaria de saber como fazer para contribuir com os meus percursos, ou com algo mais… caso necessite de ajuda.
    Embora o mapa demonstre as vias ciclaveis no Porto (em teoria todas são), acho que mais detalhe seria útil, nomeadamente: ciclovia, intensidade de transito, numero de faixas, locais de parque de bicicletas etc.

    Por outro lado esse mesmo mapa poderia representar as normais viagens trabalho/escola/casa etc… caso se conseguisse recolher essa informação, de forma a tentar encontrar quais as vias mais importantes para os utilizadores urbanos de bicicleta!

    • 2011/07/26 16.31

      OIá Nuno, obrigado pela tua mensagem.

      A ideia de mostrar o mapa nesta fase “em bruto” foi precisamente a de abrir o apetite para a troca de ideias sobre o modelo a adoptar.

      Uma coisa é certa, vai ter que haver uma forma de assinalar os sentidos dos percursos, porque o que é óptimo para um lado é péssimo para o outro :-)

      Podes contribuir respondendo ao meu desafio:

      “Gostarias de contribuir com umas linhas sobre a tua experiência, percurso realizado diariamente (para fazer um mapa), principais dificuldades que encontras e sugestões para os ciclistas do Porto?”

      Podes ler mais aqui: http://1penoporto.wordpress.com/testemunhos/

      Ter mais percursos em Gaia vai ser excelente.

      Um abraço

  11. Marcos permalink
    2011/07/29 16.31

    Boas,

    Estou disposto a contribuir durante a primeira quinzena de Agosto na colecta de dados nos percursos do mapa.

    Acredito que, como já foi dito, esse mapa pode se tornar algo parecido com o de San Francisco (link: http://www.sfbike.org/download/map.pdf).

    Portanto sugiro o seguinte:

    Prepararmos uma “ficha” para cada rua onde vai se apontar: a inclinação, sentido de tráfego, intensidade de tráfego, tipo do pavimento, número de vias, ciclovias, bermas, estacionamento e outros. Acho que isso já é bastante informação para se pôr num mapa.

    Ou pode-se suprimir um bocado dessa informação e criar um “coeficiente bike friendly” da rua a partir da informação levantada.

    Abraço,

    Marcos (da Areosa à Gaia heheeh)

  12. 2011/07/29 16.31

    Excelente, vai ter que haver uma estratégia, sem descurar a possibilidade de edição por parte dos utilizadores.

    Nos testemunhos, vou começar a pedar às pessoas para assinalarem nos percursos estes pontos.

    Acho que devemos começar por “classificar” as ruas mais utilizadas (as azuis mais carregadas).

    Sugestão para assinalar os declives:

    As ruas não “analisadas” podem ficar marcadas a azul. Nas ruas analisadas, o declive pode ficar marcado a vermelho e verde, com a cota alta a vermelho e a baixa a verde . A intensidade do vermelho indica a agressividade da altitude O sentido e dureza do declive fica assim marcado com o “degradé” entre o verde e o vermelho.

    Por exemplo, a Av. da Boavista teria uma transição suave do verde (mar) para o vermelho não muito carregado (rotunda).

    O problema disto, é que torna a coisa uma empreitada terrível. Se se conseguisse ter o Google terrain a funcionar no Porto até dava para fazer a olho.

    • 2011/07/29 16.31

      Pois… um bocado como no mapa de SF com o código de cores deles.

    • hotzeplotz permalink
      2011/07/29 16.31

      i hope this could be done directly on top of openstreetmap’s data (e.g. like http://www.opencyclemap.org/) but i’m not sure if/how the altitude data can be added to the main map… it’s interesting to compare the SF “printed” map and the SF cycle routes on opencyclemap.org

    • 2011/07/29 16.31

      Vendo ainda melhor o mapa de Frisco, o único bug é mesmo a ausência de direcção do declive.

      O que me está a querer parecer: isto vai ter pouco trabalho da comunidade “aberta”, que quanto muito enviará as rotas pelo Google Maps, em bruto, ficando o mapeamento “hard-core” a cargo de meia dúzia de carolas, por isso basicamente vamos poder optar pela plataforma mais confortável para nós (desde que importe os ditos kml).

      Reparem: a maior parte dos testemunhos que recebo chega da seguinte forma:

      1. percurso calculado no google, o que faz com que fique com muitos “pontos” mapeados
      2. apenas os nomes das rua (o Miguel que vá lá fazer as linhas)
      3. em branco (por azelhice)

      O trabalho que tenho muitas vezes que fazer é o de criar linhas por cima das rotas, e depois apagar essas rotas originais para o mapa ficar mais limpo.

      Um solução bem integrada com o Google Terrain (ou similar) seria perfeito.

      O Openstreetmap: importar kml do google earth não é fácil, obrigando a criação das rotas directamente no mapa. Não é mau, se a comunidade “geek” for suficientemente grande para termos trabalho.

      O principal senão é não integrar dados topográficos, o que torna a coisa limitada.

      Ideal seria termos Google Terrain no Porto (vi apenas num local na web, mas o google maps não integra) e depois, marcarmos manualmente as subidas e descidas de forma “compreensiva”, i.e., utilizando gradientes de cores (a meia dúzia de carolas).

      A Mariana no seu testemunho (http://1penoporto.wordpress.com/2011/07/11/motivar-as-massas-lix-2/) mostrou o mapa que utiliza e é basicamente um kit, mas inútil enquanto mapa “para imprimir e levar no bolso”: http://www.cyclestreets.net/journey/904974/

      Entretanto vou guardando as coisas neste formato, à medida que os percursos chegam, até porque precisamos de ter as sobreposições de linhas para conhecer as rotas mais movimentadas (e podermos exigir alguma coisa depois).

      Podíamos ir fazendo algumas experiências durante Agosto, desenhando os gradientes num mapa.

      Marcos, em vez de ficha de rua, porque não começarmos com mapas de bairros (fazendo no final um puzzle)?

      Andrea (hotzlepotz) are you following?

  13. Marcos permalink
    2011/07/29 16.31

    Sim também é uma solução. Mas apesar de toda a tecnologia a nosso favor acho importante fazer o reconhecimento do terreno.

    Vou percorrer as ruas de algum bairro do Porto à escolha, apontando as informações referidas acima e depois tentamos passar para um mapa.

    • 2011/08/04 16.31

      Marcos, quando podes começar? Seria interessante fazer essa experiência, até porque temos que comparar os dados “reais” com os dados fornecidos por outras tecnologias.

      • Marcos permalink
        2011/08/05 16.31

        Opa,

        Vou fazer um teste este sábado na zona da Fernão de Magalhães / COsta Cabral. Durante a semana que passou surgiram alguns imprevistos e não tive oportunidade de começar o levantamento.

        Depois vos apresento os resultados.

        Abraços

  14. 2011/08/04 16.31

    Caríssimos, estou a pensar promover uma reunião entre os “mapeiros” na próxima cicloficina (será em meados de Setembro). Nessa altura podemos reunir, ver o que já temos mapeado e definir o modelo de informação a utilizar.

    Parece bem?

  15. João Peixoto permalink
    2011/08/04 16.31

    Boas,

    Miguel, quanto ao que dizes sobre os relevos, o GMaps integra informação topográfica nos seus mapas. temos um protótipo em que estamos a explorar a API do GMaps para planear trajectos ponto a ponto, com ou sem routing calculado pela Google. À medida que se adicionam pontos, aparece também um gráfico com relevo que pode ser percorrido para mostrar quais os pontos críticos. Se esta informação é ou não fidedigna não posso afiançar a 100%, mas nos testes que tenho feito não me parece mal.

    Na minha opinião, a forma mais fácil de ter muitos contributos é pedir às pessoas que marquem os percursos no google maps, que é algo a que estão habituadas. Daí estarmos a trabalhar para criar um interface em que seja muito simples marcar um trajecto e partilhá-lo com a comunidade, no fundo o resultado será um mapa “Barbot” mas com informação de declives.

    Quem quiser experimentar o protótipo e enviar feedback sff contacte-me por e-mail: joao.mpfp@gmail.com

    Outra vertente que a MUBi está a tentar explorar é integrar informação recolhida, desta ou de outra forma, em “pacotes” que podemos usar para atrair a Google ou outros serviços de navegação (NDrive, Ovi, tom tom, etc) para que venham a disponibilizar planeamento de rotas nos seus produtos com GPS, ou seja, tornar isto verdadeiramente portátil!

    Enfim, há pano para mangas, em todo o caso queria só dizer que a MUBi em geral e os Mouros em particular estão interessados em colaborar nisto :)

    Abraços,
    JP

  16. João Peixoto permalink
    2011/08/04 16.31

    Já agora para que se perceba melhor do que estou a falar, aqui vai foto de um exemplo: http://dl.dropbox.com/u/340501/MubiMapaMos_v1.jpg

    O marcador verde aparece quando se passa com o ponteiro por cima do gráfico de relevos, mostrando em que ponto é aquela subida lixada para que se possa em seguida planear uma alternativa em redor.

    Talvez seja possível apresentar algo do género para os trajectos que já estão calculados como os daqui do blog, é algo a explorar…

    Claro está que o relevo é só uma das variáveis a ter em conta, daí que o trabalho de levantamento é importante.

  17. Marcos permalink
    2011/08/10 16.31

    Boas,

    Fiz um teste esta semana em algumas ruas na zona de Costa Cabral e Fernão de Magalhães. Acho q devemos proceder de forma diferente pois o método que eu tinha em mente (fichas das ruas) não funciona muito bem, além de dar muito trabalho.

    Fica inviável tirar as inclinações no terreno, tentei tirar com uma régua mas se tornou num trabalho no mínimo cómico e também impreciso, porq em um troço de rua podem ter diversas inclinações.

    Encontrei um site http://ridewithgps.com/ que fornece as inclinações. Talvez num primeiro passo poderíamos desenhar os trajectos já colectados neste site, ou algum semelhante, e juntar esta informação com a já existente na base de dados. Ou também podemos usar o método que o João Peixoto citou.

    Acredito que o melhor seria tentar buscar o máximo de informação on line e depois percorrer algumas ruas e pontos da cidade que se mostrarem mais importantes e/ou problemáticos.

    Abraços,

    • 2011/08/17 16.31

      Olá Marcos, bom esforço :-)

      Temos duas abordagens:

      1. uma mais automática e tecnologicamente mais complexa, que é a proposta pelo João… basicamente os recursos estariam online – Isto agrada-me obviamente
      2. uma mais analógica, com mapas que vão crescendo com a recolha de dados e com o input da comunidade – serviria para ter os mapas pdf ou de bolso e para complementar o ponto anterior – também me agrada :-)

      As duas abordagens são complementares e podemos avançar com uma ou outra de forma independente.

      Falamos sobre isto pessoalmente em Setembro?

  18. 2011/08/17 16.31

    Ora viva,

    Que grande trabalheira Marcos, isso é que é dedicação :)

    As abordagens são complementares como diz o Miguel: podemos usar os mapas online como ponto de partida e onde se verifiquem incorrecções ou falta de informação faz-se um levantamento “à pata” (ou à roda, mais concretamente :D) Um tracker gps ajuda porque dá uma boa aproximação da elevação.

    Já temos os trajectos online, ainda não vi uma forma directa de marcar elevações no próprio traçado, a cores, como foi sugerido mais acima, o que realmente seria o ideal para os mapas de bolso. Lá chegaremos :)

    Eu sou homem para usar isto como um bom pretexto para ir à Invicta da qual já tenho saudades, tinha era que ser um fim de semana, quando vos dá jeito?

    Abraços,
    JP

  19. 2011/08/30 16.31

    qd fizerem essa reunião digam que eu tb gostava de estar presente.
    talvez possa ajudar a carregar alguma informação.

  20. 2011/09/08 16.31

    Há alguma coisa em curso para fazer até à reunião?

  21. Marcos permalink
    2011/09/08 16.31

    Estive a pensar e acredito que a melhor forma de criar um mapa seria pelo ArcGis. No gabinete q eu trabalhava tínhamos as shapes da rede viária da AMP e lá continha toda a informação que caracteriza uma rua (numa visão estritamente “automóvel”), inclinações, número de vias, tipo de pavimento, sentido e outros. Porém estas shapes (da NAVTEQ) custam caro. E para isso também era preciso alguém ter uma licença pro ArcGIS.

    Acho que esse é um dos motivos porque o mapa de San Francisco não é gratuito. http://www.sfbike.org/?store_resources.

    Porque se vamos ter que aplicar layers no mapa (cores para inclinação e tudo mais) eu não conheço um programa freeware que faça isso a não ser o ArcGIS e semelhantes.

    Abraços.

  22. 2011/09/08 16.31

    Temos sempre que focar em duas coisas:

    Um mapa dos principais percursos, pode ser feito de forma mais arcaica, já que não serão tantos assim e basta assinalar o sentido a seguir.

    Uma coisa mais sofisticada e interactiva, vai precisar de tecnologia a sério. Acho que vamos poder contar com o pessoal da CMP para ter acesso aos recursos..

    • 2011/09/08 16.31

      Acho que o mapa é um começo, para além da sua parte utilitária, é uma base de informação para apresentar dados e desmistificar algumas ideias pré-concebidas. Paralelamente acho que devemos pensar em elementos que possam fomentar a utilização da bicicleta na cidade.

      • 2011/09/08 16.31

        Total sintonia. Esta semana reuni com um amigo, também ele ciclista urbano, no sentido de se fazer uma campanha. Ele tem uma empresa de “marketing de guerrilha” fazendo campanhas de baixo custo e alto impacto.

        Vamos tentar financiar os custos candidatando o projecto a financiamento crowd-sourcing.

        • 2011/09/08 16.31

          Boa!! Não é um brasileiro cheio de pica?! Acho que futuramente com a informação que vai sendo reunida podemos realizar algumas sessões de trabalho. Podemos envolver diferentes tipos de pessoas (profissões e idades) para tentar perceber e gerar ideias inovadoras gerar soluções. Quase como isto fosse um sistema inacabado que vai crescendo e sendo optimizado pela participação dos utilizadores.

  23. 2011/09/08 16.31

    É esse, o Flávio. O sistema tem que ser aberto para se auto-alimentar.

    A propósito, estamos a organizar na ACDP, no âmbito do projecto cidades pela retoma “http://1penoporto.wordpress.com/2010/10/08/cidades-pela-retoma/” uma sessão lá para Novembro sobre mobilidade suave e o direito à cidade. Será uma boa altura para se fazer uma apresentação pública do projecto dos mapas.

  24. hotzeplotz permalink
    2011/09/14 16.31

    so – having investigated the incline/altitude issue a bit, there is a way to easily add incline data to OpenStreetMap (http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Key:incline) – precious suggestion from Andy Allan of opencyclemap.org.

    this should be more than enough for a SF cycle map-style color-coding of steepness (and on OSM the data can include direction, which solves one of the issues with the SF maps), it doesn’t involve using proprietary data sets and it should be pretty straightforward to organize – although obviously a big job because of the amount of road involved.

    if anyone knows about reliable (or reliable enough) digital inclinometers that can be connected to a GPS unit, it should be very easy to collect all this data by simply fixing the inclinometer to a bike at a known angle and just cycling around :)

    also, if the CM has elevation data available for the city and this is free to use (public domain or suitable open license), this could be used – i don’t know any of the folks who have done the great work of mapping Porto on openstreetmap, but they would certainly know better.

    • João Peixoto permalink
      2011/09/14 16.31

      Isn’t GPS resolution enough? I think it would be easier to get source data from GPS tracks, since nowadays smartphones with GPS units are becoming more and more common.

      Another way to “hack” elevation into this could be to export tracks from google maps – which from what I’ve been testing, has pretty decent elevation data (for Lisbon, at least) – and import it into your OSM tracks. There may be licensing issues, but if you don’t tell anyone I won’t :D

      Still haven’t had the time to get back to the MUBi prototype and integrate Miguel’s maps into it, but hopefully I’ll do it soon, I’ll keep you posted!

  25. 2011/09/22 16.31

    Caros, não esqueçam a reunião de logo ao final da tarde. Abraço!

    http://1penoporto.wordpress.com/2011/09/20/tocar-a-reunir/#comments

  26. 2011/09/23 16.31

    Breve resumo da reunião de ontem aqui: http://1penoporto.wordpress.com/2011/09/23/4818/

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