Final de tarde, primeira chuva de Setembro. Hora de ponta.
Saído de Júlio Dinis, segui pela cada vez menos pedonal de Miguel Bombarda até Cedofeita, um pequeno declive, onde a chuva miudinha não atrapalhou muito. Optei aí por subir a Travessa de Cedofeita, o primeiro desafio do percurso, mas nada do outro mundo, seguindo até à Praça Coronel Pacheco, onde começa o engarrafamento. Ziguezagueando, mais pé no passeio menos apoio de ombro no BMW, furei até à Praça da República pela Mártires da Liberdade.
Da Praça “voei” por Gonçalo Cristóvão até Santa Catarina, descendo a zona pedonal e procurando a melhor subida, uma vez que a própria Passos Manuel era a última opção. Optei pela Rua Formosa, de longe a hipótese com declive mais simpático. Subi tranquilamente, mesmo com as mudanças desafinadas (a pedaleira mais pequena – leves – não estava a funcionar).
Demorei 20 minutos neste percurso, sem dúvida bem melhor do que de carro e bem mais cedo que o necessário. Deu para tomar um café tranquilamente e dar mais duas voltas ao quarteirão (sim, a subida faz-se bem).
O regresso foi um pouco mais atribulado, com a rampa de Passos Manuel molhada e com “slaloom” no meio dos carris até aos aliados. Optei por subir a Rua de Ceuta e seguir por Cedofeita até à Rua da Boavista, engarrafada até à Rotunda, de onde desci até Aldoar pelo caminho habitual. Foi curioso reparar que, mesmo num dia pouco propício, se vê cada vez mais gente a pedal.

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